Áreas de Atuação

Direitos Humanos e Ética Médica

A Área de Direitos Humanos e Ética Médica da ANEM (DHEM) surge da visão de uma prestação de Cuidados de Saúde justa, não-discriminatória, universal, de qualidade e verdadeiramente humana, em que todos os indivíduos tenham acesso aos seus direitos humanos, que se forneça ajuda humanitária em situações de catástrofe, e em que os profissionais de saúde se unam para ajudar os grupos vulneráveis.  

Por conseguinte, tem como missão proporcionar aos Estudantes de Medicina a oportunidade de desenvolverem competências humanísticas como complemento à sua formação científica.

Adicionalmente, e numa visão mais holística, a DHEM pretende sensibilizar e educar os Estudantes de Medicina nos aspetos mais basilares dos Direitos Humanos, permitindo alcançar a comunidade e (in)formar sobre as violações dos Direitos Universais. Outras das suas funções é representar os estudantes portugueses ao nível da IFMSA, no SCORP.

Entre os Projetos e Atividades da Área, encontram-se as Cartas a Estudantes de Medicina e a organização do programa de "Voluntariado Nacional em Férias" (VNFs). A Área organiza ainda Atividades Transversais da ANEM em diferentes momentos de formação coletivos.

De acordo com os estatutos da ANEM, a Área de DHEM é responsável pela implementação dos seus Programas Nacionais, aprovados em Assembleia Geral. Atualmente estão em vigor o Programa Nacional de Humanização dos Cuidados de Saúde e o Programa Nacional de Ética Médica.

 

 

Humanização dos Cuidados de Saúde

 

O desenvolvimento da Medicina alterou a perspetiva de curar versus cuidar, encarando o doente em toda a sua complexidade quer individual quer interpessoal.

Somos mais capazes de prolongar a vida humana em termos de longevidade e de qualidade, criando-se uma conjuntura favorável a uma relação médico-doente cada vez mais satisfatória. No entanto, esta realidade conflitua com a necessidade de aumentar a eficiência e a produtividade dos cuidados prestados, inerente a um Serviço Nacional de Saúde gratuito, mas de recursos limitados.

Importa que sejam desenvolvidos esforços para capacitar os estudantes de Medicina para encarar, qualquer doente, como pessoa Humana, com respeito pela sua dignidade, com particular enfoque nas competências de comunicação. De igual forma, é necessário que se estimule os médicos a serem competentes e a defender assuntos relacionados com direitos humanos, incluindo desigualdade socioeconómica, justiça social e violência. 

Consulta AQUI o Programa Nacional na íntegra

 

PROGRAMA NACIONAL DAS ATIVIDADES

Em atualização

 

 

 Ética Médica

 

Enquanto profissionais de saúde, é altamente provável que os estudantes de Medicina venham, no futuro, a encontrar-se em situações de conflito de princípios éticos e morais perante os quais terão de tomar uma decisão. Para a defesa do melhor interesse do doente, do Sistema e cumprimento das disposições legais, importa que os médicos sejam conhecedores destes princípios, das suas obrigações e tenham experiência prévia na resolução de conflitos.

É fundamental que os estudantes de Medicina estejam a par desta evolução e das discussões que permanentemente se encontram em cima da mesa, por forma a que possam tomar uma decisão consciente, ou até mesmo fazer parte do processo de decisão normativa. 

Consulta AQUI o Programa Nacional na íntegra

 

PROGRAMA NACIONAL DAS ATIVIDADES

Em atualização