Áreas de Atuação

Formação

A Área de Formação atua junto dos Estudantes de Medicina no sentido de promover a sua formação e capacitação para várias temáticas, de modo a complementar o currículo das diferentes escolas médicas e promover a intervenção ativa junto da comunidade, desenvolvendo assim trabalho para que os futuros médicos pertençam a uma geração ainda mais capaz.

Neste sentido, implementamos atividades como os Estágios Nacionais (CEMEFs, CECEFs e VNFs) que são um complemento da componente prática da formação dos estudantes de Medicina; o CNEM, um congresso desenhado para os estudantes de Medicina portugueses onde a Saúde é abordada de uma forma multidisciplinar e abrangente; o Educação Para Todos, um projeto onde os estudantes têm a oportunidade de intervir na comunidade, aumentando a literacia em Saúde da sociedade; o Training4All, com uma componente internacional que prende formar trainees de todo mundo para as diferentes áreas de intervenção da ANEM; o MedSCOOP, que capacita os (futuros) dirigentes associativos de modo a garantir a sustentabilidade e renovação da Federação bem como dos seus associados, e por fim o PNENF, um programa de Educação Não Formal, onde é criada uma rede nacional de capacitação de estudantes.

No âmbito dos novos estatutos da ANEM, a Área de Formação rege-se agora por  Programas Nacionais, aprovados em Assembleia Geral, encontrando-se vigentes o Programa Nacional de Educação Não Formal , o Programa Nacional de Formação Transversal, o Programa Nacional de Formação Científica Complementar. e o Programa Nacional de Formação Clínica Complementar.

 

 

Educação Não Formal

 

Face às metodologias tradicionais e formais de ensino ministradas nas Escolas Médicas portuguesas, urge a implementação de novos métodos de ensino. A Educação Não-Formal com recurso ao ensino por pares tem-se demonstrado vastamente aceite, oferecendo diversas vantagens educacionais, sobretudo perante contextos de elevado número de alunos e pressão sobre o corpo docente.

A Educação Não-Formal apresenta-se como uma metodologia de aprendizagem que assenta na interação entre o aluno e situações concretas; normalmente, não envolve professores, mas alunos e facilitadores que juntos constroem conhecimento e capacidades, numa relação horizontal.  “O educador é “o outro” com quem se interage ou se integra” e é precisamente neste contexto que a Educação por Pares se assume como um tipo de Educação Não-Formal. Em Saúde, o ensino por pares envolve a partilha de informação entre membros de uma determinada comunidade, para que adquiriram novos conhecimentos e competências, e apoiem os seus pares na tomada de decisões mais informadas.

Consulta AQUI o Plano Nacional na íntegra.

 

 

 Formação Tranversal

 

Num mundo atual onde a multidisciplinaridade, a especialização e a necessidade de informação e formação são essenciais à prática clínica, o currículo médico torna-se demasiado limitado para conseguir dar resposta a estas necessidades. Esta limitação pode advir tanto da limitação física inerente ao tempo existente para lecionar como da inadequação e desatualização dos currículos nas Escolas Médicas.

Nesse sentido, este programa vem colmatar a ação do currículo médico na formação médica pré-graduada.

Consulta AQUI  o Plano Nacional na íntegra

 

 

Formação Científica Complementar

 

Enquanto futuros médicos, é cada vez mais urgente uma noção ampla do ensino médico pré e pós-graduado, bem como uma capacidade de adaptação aos entraves que por vezes surgem na formação formal de um estudante de Medicina. São diversas as causas que levam a que os estudantes identifiquem lacunas na sua formação médica. Independentemente de ser por uma inexistência ou por uma insuficiência marcada dos recursos de ensino, ou pela própria curiosidade ou interesse pessoal, é sentida a necessidade de os estudantes colmatarem, fora dos períodos letivos, falhas que detetam no seu ensino e aprendizagem.

Consulta AQUI o Plano Nacional na íntegra

 

 

Formação Clínica Complementar

 

Enquanto futuros médicos, é cada vez mais urgente uma noção ampla do ensino médico pré e pós-graduado, bem como uma capacidade de adaptação aos entraves que por vezes surgem na formação formal de um estudante de Medicina. São diversas as causas que levam a que os estudantes identifiquem lacunas na sua formação médica. Independentemente de ser por uma inexistência ou por uma insuficiência marcada dos recursos de ensino, ou pela própria curiosidade ou interesse pessoal, é sentida a necessidade de os estudantes colmatarem, fora dos períodos letivos, falhas que detetam no seu ensino e aprendizagem.

Consulta AQUI o Plano Nacional na íntegra